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quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

SANTA MARIA, MÃE DE DEUS - a. D. 2014

“Bendita sejais, Virgem Maria!
Trouxestes no ventre Aquele que criou o universo!
Vós destes á luz quem vos criou
e permaneceis Virgem para sempre!”

No primeiro dia do ano civil, celebramos a Maternidade Divina, proclamada em Éfeso (séc. V) na grande questão cristológica. Maria deve ser chamada de Mãe de Deus, porque o seu filho é Deus. Jesus assumiu um corpo em Maria, semelhante ao nosso. “Aquele que nascer de ti”, como diz o anjo Gabriel, significa que o fruto da concepção procedia dela. Ele não é somente a criancinha frágil; mas o Deus forte, feito pequeno por nós! Por isso o povo de Deus saúda hoje a Virgem, com o título antiquíssimo de Mãe de Deus, isto é, mãe de Deus Filho!
O que a Igreja crê, professa, testemunha e celebra com todo o acerto e toda a piedade é que a sempre Virgem Maria é Mãe Santíssima do Deus Filho! Ele, Filho do Eterno Pai, fez-se realmente, como homem, filho de Maria Virgem, sem deixar de ser Deus! Ela trouxe no seu seio  a segunda pessoa da Santíssima Trindade, assim o divino e o humano encontraram-se para sempre, os céus e a terra abraçaram-se para nunca mais se deixarem.
Em Maria, a Virgem, o permanecer na virgindade exprime que ela sempre foi toda de Deus, absolutamente de Deus, em corpo e alma, em todo o seu ser, de modo constante e absoluto. O menino gerado é o Deus verdadeiro e sua Mãe faz parte do plano de salvação, pois “Quando chegou a plenitude do tempo, Deus enviou o Seu Filho, nascido de uma mulher…a fim de resgatar os que eram sujeitos à Lei!”.

“Virgem Santa e Imaculada,
não sei com que louvores poderei engrandecer-vos!
Pois Aquele a quem os céus não puderam abranger, repousou 
em Vosso seio. 
Sois Bendita entre as mulheres 
e bendito é o fruto que nasceu do vosso ventre!”

O primeiro dia do ano civil e dia da confraternização universal, a pedido do Papa Paulo VI, a ONU transformou em dia festivo para todas as nações... é Dia da Paz, dia da confraternização entre os povos, nações e culturas. Tenhamos cada vez mais sólida esta convicção: a paz que almejamos, a paz tão sonhada para o mundo e para a nossa vida, somente no Cristo poderá ser encontrada de modo definitivo e pleno!
Quanto mais alguém vive totalmente para o Senhor, mais fecundo se torna na sua vida e mais traz Jesus ao mundo; por isso a saudação que a Igreja hoje dirige a Nossa Senhora: “Salve, ó Santa Mãe de Deus, vós destes à luz o Rei que governa o céu e a terra pelos séculos dos séculos!
Hoje também, oitavo dia do Nascimento do Fruto do ventre da Virgem, a Igreja recorda a circuncisão do Menino, assim se cumpriu a profecia que Deus fizera a Abraão, nosso pai: “Quando se completou o tempo previsto, Deus enviou o Seu
Filho, nascido de uma mulher, nascido sob a Lei!
Certamente, neste ano de 2014, oscilaremos entre as maiores alegrias e tristezas, teremos as nossas quedas e fracassos, assim como vitórias…mas o que realmente importa, é que estejamos com o Senhor, pois Ele estará sempre connosco.
Que este ano seja, como se colocava nos antigos documentos, “Ano da Graça de Nosso Senhor Jesus Cristo!”

terça-feira, 12 de junho de 2012

Coroação de Nossa Senhora - Fotos

      Encerrando o mes de maio, realizou-se na Igreja Matriz de nossa Cidade a Solenidade da Visitação de Nossa Senhoa a Santa Isabel, onde tradicionalmente realizou-se a Coroação da Imagem de da Virgem Maria.
      Contou com um número inestimavel de fiéis que trouxeram os seus filhos vestidos de anjos.




































quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Como a Santíssima Virgem salvou uma alma do inferno.

História – “Salve Rainha, Mãe de Misericórdia!”

               Lê-se na vida de sóror Catarina de S. Agostinho que havia, no lugar em que morava esta serva de Deus, uma mulher chamada Maria. A infeliz levara uma vida de pecados durante a mocidade. E já envelhecida, de tal forma se obstinara na sua perversidade, que fora expulsa pelos habitantes da cidade, e obrigada a viver numa gruta abandonada. Aí morreu finalmente, sem os sacramentos e sem a assistência de ninguém. Sepultaram-na no campo como um bruto qualquer.
       Sóror Catarina costumava recomendar a Deus com grande devoção as almas de todos os falecidos. Mas, ao saber da terrível morte da pobre velha, não cuidou de rezar por ela, pensando, como todos os outros, que já estivesse condenada. Eis que, passados quatro anos, em certo dia se lhe apresentou diante uma alma do purgatório, que lhe dizia:
       Sóror Catarina, que triste sorte é a minha! Tu encomendas a Deus as almas de todos os que morrem e só da minha alma não tens tido compaixão? – Mas quem és tu? – disse a serva de Deus. –Eu sou, -respondeu ela,- aquela pobre Maria, que morreu na gruta. – E como te salvaste? – replicou sóror Catarina. – Sim, eu me salvei por misericórdia da Virgem Maria. – E como? – Quando eu me vi próxima à morte, estando juntamente tão cheia de pecados e desamparada de todos, me voltei para a Mãe de Deus e lhe disse: Senhora, vós sois o refúgio dos desamparados. Aqui estou neste estado abandonada por todos.
        Vós sois a minha única esperança, só vós me podeis valer; tende piedade de mim. Então a Santíssima Virgem obteve-me a graça de eu poder fazer um ato de contrição; depois morri e fui salva. Além disso, esta minha Rainha alcançou-me a graça de ser abreviada minha pena por sofrimentos mais intensos, porém menos demorados. Só necessito de algumas missas para me livrar mais depressa do purgatório. Rogo-te que as faças celebrar. Em troca prometo-te pedir sempre a Deus e à Santíssima Virgem por ti.
       Sóror Catarina logo fez celebrar as missas. Depois de poucos dias lhe tornou a aparecer aquela alma mais resplandecente do que o sol e lhe disse: Agora vou para o Paraíso cantar as misericórdias do Senhor e rogar por ti.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Roga por nós, Ò Virgem singular!












"Lembrai-vos, ó Piíssima Virgem Maria, de que nunca se ouviu dizer, que algum daqueles que tenha recorrido à vossa clemência, implorado a vossa assistência, reclamado o vosso socorro, fosse por vós abandonado. Animado eu, pois, com igual confiança, a vós, Virgem das Virgens, como Mãe recorro, de vós me valho e gemendo sob o peso de meus pecados, me prosto a vossos pés. Não desprezeis as minhas súplicas, ó mãe do Verbo de Deus humanado, mas dignai-vos de as ouvir propícia e de me alcançar o que vos rogo. Amém." (Lembrai-vos - São Bernardo, também repetido na Consagração de S. Luiz Maria Grignon de Montfort)