terça-feira, 2 de novembro de 2010

Indulgência pelos Fiéis Defuntos

A palavra indulgência vem do latim indulgentia do verbo indulgeo, que quer dizer remissão de um débito. As indulgências concedidas pela Santa Igreja vem ao nosso socorro para remir nossas penas temporais devidas pelos pecados veniais ou pelos pecados mortais confessados.


Ensina-nos o catecismo de São Pio X:

“793. A indulgência é a remissão da pena temporal devida pelos pecados já perdoados quanto à culpa, remissão que a Igreja concede fora do Sacramento da Penitência”
Que isto significa?

Quem comete um pecado mortal, ofende infinitamente a Deus, rompendo os laços da vida sobrenatural que nos unem a Ele. Daí o nome pecado mortal.

Tal delito possui uma pena infinita, pois Deus é infinito. Com a confissão, Deus em sua misericórdia perdoa esta culpa. Então, a pena que era infinita é transmutada para uma pena finita – é a satisfação, a penitência que o Padre pede depois da absolvição. Ora, como somos imperfeitos não conseguimos cumprir com diligência esta penitência, portanto sempre estamos devedores diante de Deus. A Igreja concede então uma multidão de ocasiões para lucrarmos indulgências que nos ajudam a remir esta pena temporal.

Continua o Catecismo:

“796. Quem tem o poder de conceder indulgências?

O poder de conceder indulgências pertence ao Papa em toda a Igreja, e ao Bispo, na sua diocese, na medida em que lhe é concedido pelo Papa”.

Foi de Cristo que a Igreja recebeu o poder de conceder indulgências (n. 794), e no atributo de suas funções a Igreja formulou um catálogo destas indulgências.

Atualmente, está em vigor a Constituição Apostólica Indulgentiarum Doctrina, promulgado pelo Papa Paulo VI através do Enquirídio ou Manual de Indulgências de 1967; cf. Enchiridion Indulgentiarum, Vaticano 1967.

Quanto a indulgência conferida aos fiéis defuntos lê-se o seguinte:

“Visita de cemitério. Quem visite, com ânimo religioso, um cemitério e nele ore pelos fiéis defuntos, lucra indulgência em favor das almas do purgatório, indulgência que de 12 a 8 de novembro é plenária, e nos demais dias do ano é parcial.” (cf. O CATÁLOGO DAS INDULGÊNCIAS, D. Estêvão Bettencourt)
      Portanto, a indulgência, quando rezamos pelos fiéis defuntos num cemitério, é dirigida às almas dos defuntos, não sendo aplicáveis a nós.

O Dia dos Mortos e o Purgatório.


Neste dia 2 de novembro comemoramos o dia dos “Fiéis Defuntos”, o dia dos mortos… O nosso coração se volta à lembrança daqueles que passaram em nossa vida e que foram importantes para nós.

       Onde estarão todos? É a pergunta que fazemos olhando para os túmulos que se levantam, tendo erguida a Santa Cruz, nossa única esperança.
       Todos fomos criados por Deus para o céu. Ver a Deus é a nossa plena felicidade, é a nossa meta. Nosso único objetivo: “Senhor é a vossa face que o procuro” (Sl 27,8).

A Santa Igreja ensina a existência de duas realidades eternas para a alma: uma é o céu: a visão beatífica, a posse da felicidade plena que é a participação na vida divina e trinitária. São Paulo nos fala e nos estimula a buscar “As coisas do Alto” e nos diz: “olho nenhum viu, ouvido nenhum ouviu, mente nenhuma imaginou o que Deus preparou para aqueles que o amam” ( I Cor 2,9).

Outra realidade, portanto, é o inferno, a perda eterna, por culpa própria, do Sumo Bem: “Ali haverá choro e ranger de dentes, quando virdes Abraão e Isaque e Jacó, e todos os profetas no reino de Deus, e vós lançados fora” (Lc 13, 28).

É doutrina infalível da Igreja, portanto de Fé Católica, a existência de um estágio intermediário para alma que precisa de uma maior purificação antes de entrar no céu, na vida de Deus. É um “local” onde ficam as almas que morreram em estado de graça, isto é, sem pecado mortal, mas que necessitam de maior purificação, visto que os pecados cometidos na terra e, contritamente, chorados e perdoados pela confissão sacramental, imprimiram na alma uma macha (culpa temporal do pecado) e esta deverá ser retirada, visto que Deus sendo Sumo Bem e de Santidade inefável, nada admite em si que não seja santidade perfeita, pois no céu nada de impuro pode entrar (Ap 21, 27).

A sagrada Escritura nos traz alusão ao purgatório. Nosso Senhor ensina a sua existência, por isso podemos dizer que é de Verdade Positiva, revelada pelo próprio Deus. Vejamos:
      “Reconcilia-te com o teu adversário… enquanto estás no caminho com ele, para que não aconteça que o adversário te entregue ao juiz, e o juiz te entregue ao ministro e te encerrem na prisão. Em verdade te digo que, de modo nenhum, sairás dali, enquanto não pagares até o último centavo” (Mt 5, 25-26).

Agora, S. Paulo:
         I Cor 3, 12-15: “…Aquele, cuja obra (de ouro, prata, pedras preciosas) sobre o alicerce resistir, esse receberá a sua paga, aquele, pelo contrário, cuja obra, (de madeira, feno, ou palha), for queimada, esse há de sofrer prejuízo; ele próprio, porém, poderá salvar-se, mas como que através do fogo”.

    Aqui ficam apenas esses dois textos, embora existam mais. Também fazendo uso da razão poderíamos pensar para onde iriam as almas que não foram tão más, mas que tinham algumas imperfeições e defeitos a vencer, que não eram bastante santas para irem diretas ao céu, nem tão pérfidas para descerem aos infernos…

Vejamos esse texto do AT, onde já se acreditava na necessidade de se rezar pelos mortos, para ajudá-los em seu estágio de purificação.
          “Judas, tendo feito uma coleta, mandou duas mil dracmas de prata a Jerusalém, para se oferecer um sacrifício pelo pecado. Obra bela e santa, inspirada pela crença na ressurreição… Santo e salutar pensamento de orar pelos mortos. Eis porque ele ofereceu um sacrifício expiatório pelos defuntos, para que fossem livres de seus pecados.” (II Mc 12, 43)

Não é difícil de se ver aqui, com clareza, a fé na existência do purgatório, visto que depois de mortos, podem ser livres de seus pecados pelo “sacrifício expiatório”, logo não se trata do inferno, pois este é eterno, mas de um estado intermediário para alma.

Esta Verdade de Fé foi promulgada pelo Santo Concílio de Trento, em sua sessão XXV (cf. Sess. XXV, D. B. 983).

Das Penas Temporais do Pecado.

Falemos das Penas Temporais do Pecado, pois são elas que levam muitas almas ao purgatório, onde depois de um certo “tempo”, livres de toda macha, entram na Felicidade Eterna de Deus.

Vejamos: quando alguém gera um dano ao outro, embora perdoado pelo mesmo, tem a obrigação de reparar o mal que causou. Se alguém rouba uma jóia, se arrepende, é perdoado pelo lesado, mas tem a obrigação moral de devolver o objeto roubado.

Na Sagrada Escritura encontramos exemplos claros de expiação da culpa temporal.
       Davi é perdoado pelo adultério e assassinato de Urias, assim que humildemente reconheceu a sua culpa, mas teve que sofrer a perda do filho (2Sm 12, 13); Moisés e Araão por não terem tido, algumas vezes em suas vidas, firmeza de fé, foram, por castigo, privados de entrar na Terra da Promessa (Nm 2, 12s).

Imaginemos ainda uma camisa branca, exposta à poeira. Ora tem certas manchas que basta abrir a torneira, molhar um pouco, leve esfregão e… pronto. Outras manchas já não saem tão rápido: deve-se colocar sabão, esfregar… outras mais intensas demoram a sair e usa-se de outros recursos: água sanitária, detergente, deixa-se de “molho” por algumas horas, um dia… e tem dona de casa que gosta de colocar no sol, a fim de amolecerem as manchas e com isso saírem mais facilmente.

Na confissão bem feita e contrita, nos livramos das Penas Eternas do Pecado (o inferno), mas as manchas que o pecado provocou em nós (penas temporais) ficam em nossa alma e devem ser retiradas ainda nesta vida através de várias práticas, tais como jejuns, penitência, esmolas, indulgência recebida, acolhimento resignado do sofrimento, ou no purgatório após a morte.

Da duração das penas.

     As almas no purgatório já estão salvas, por isso as chamamos de “benditas”, entretanto sofrem imensamente no fogo purificador por causa dos pecados cometidos.

Alguns santos da Igreja, em suas experiências místicas nos falaram sobre a realidade do purgatório.

S. Vicente Ferrer nos fala que há almas que ficaram no purgatório um ano inteiro por um só pecado cometido. Santa Francisca afirma que a maioria das almas do purgatório lá sofrem de trinta a quarenta anos. Muitos santos viram almas destinadas a sofrer no purgatório até o fim do mundo. Nossa Senhora, ela mesma em Fátima, indagada pelo destino de algumas pessoas da convivência de Lúcia e, respondendo particularmente sobre uma certa Maria da Luz, diz: “Esta estará no purgatório até o fim do mundo”.

Os santos também ensinam que as almas simples e humildes, sobretudo as que muito sofreram neste mundo com paciência e se conformaram perfeitamente com a vontade de Deus, podem ter um purgatório muitíssimo abreviado, às vezes horas…

S. Paulo da Cruz, estando em oração, ouviu que batiam à porta com força. – “Que queres de mim”, pergunta.

“- Quanto sofro. Quanto sofro, meu Deus! Sou a alma daquele padre falecido. Há tanto tempo estou num oceano de fogo, há tanto tempo!… Parecem mil anos!”
         São Paulo da Cruz, comovido, reconheceu o padre e disse: “mas faz tão pouco tempo que você faleceu e já fala de mil anos?”. O santo orou muito por ele e no dia seguinte celebrou a Missa pelo defunto. Viu-o, então, entrar triunfante no céu, na hora da comunhão.

Santa Lutgarda viu Papa Inocêncio III dizendo que deveria ficar no purgatório até o fim do mundo por algumas faltas no governo da Igreja.
        Nosso Senhor mostrou-lhe ainda quatro padres que estavam lá já mais de cinquenta anos, por administrarem mal os Ss. Sacramentos.

Santa Verônica Juliani: Ela fala de uma irmã que deveria ali permanecer tantos anos quantos passou neste mundo.

Ao padre Scoof, de Louvain, foi revelado que um banqueiro de Antuérpia estava no purgatório há mais de duzentos anos porque tinham rezado pouco por ele.

Os Terríveis Sofrimentos no Purgatório.

Santo Tomás nos ensina que no purgatório não há tempo, mas etapas psicológicas sucessivas, o que ele chama de Evo.

O que os santos doutores da Igreja nos falam sobre os terríveis sofrimentos no purgatório, deveria nos encher de grande misericórdia e nos fazer rezar mais e mais pelas almas que ali se encontram.

S. Boaventura ensina que nossos maiores sofrimentos ficam muito aquém dos que ali se padecem.

São Tomás diz que o menor dos seus sofrimentos ultrapassam os maiores tormentos que possamos suportar. Confirmam esse ensinamento Santo Ambrósio e São João Crisóstomo:que todos os tormentos que o furor dos perseguidores e dos demônios inventaram contra os mártires, jamais atingirão a intensidade dos que padecem em tal lugar de expiação”.

Quanto ao fogo do purgatório.

      É um fogo real, embora não material. As almas nele são lançadas inteiramente: um fogo ativo, penetrante que vai até o mais íntimo do ser, que queima intensamente à medida da consciência que lá se toma do amor incondicional de Deus e da resposta negativa que a ele se deu pelo pecado. Agora, a alma iluminada pela Verdade e Luz divinas vê-se queimada por dentro, em sua essência.

Diz Santo Antônio que esse fogo é de tal maneira rigoroso que comparado com o nosso, da terra, o nosso parece às almas no purgatório, como pintura de painel… elas bem desejariam está no nosso fogo material…

Santa Catarina de Gênova teve uma visão do purgatório e exclamou: “Que coisa Terrível! Confesso que nada posso dizer e nem conceber que se aproxime sequer da realidade. As penas que lá se padecem são tão dolorosas como as penas do inferno”.

S. Nicolau Tolentino viu em êxtase “um imenso vale onde multidões de almas se retorciam de dor num braseiro imenso e gemiam de cortar o coração. Ao perceberem o Santo, bradavam suplicantes, estendendo os braços e pedindo misericórdia e socorro. ‘Padre Nicolau, tem piedade de nós! Se celebrares a Santa Missa por nós, quase todas seremos libertadas de nossos dolorosos tormentos’. São Nicolau celebrou sete missas em sufrágio dessas almas. Durante a última missa apareceu-lhe uma multidão de almas resplandecentes de glória que subiam ao céu”.

No purgatório não há ingratidão. Elas jamais se esquecem daqueles que rezaram e se sacrificaram por elas. E, uma vez, entrando no céu por nossas orações, pedirão incessantemente pela nossa salvação eterna.

Não as deixemos sozinhas. Rezemos, mandemos celebrar missas e missas em sufrágio das pobres almas. Elas já nada podem fazer por elas, necessitam só e somente só das nossas orações. Para elas passaram o tempo e agora se encontram nos suplícios expiatórios.

Há almas que ficam mais “tempo” no purgatório por falta de oração e sacrifício da nossa parte. Cuidemos delas e elas cuidarão de nós.

E ao chegar o dia dos mortos, com os sinos que dobram em sinais de tristeza, rezemos por esses nossos irmãos que já transpuseram os umbrais da eternidade e unidos à Santa Igreja neste dia, rezemos:

Requiem æternam dona eis, Domine,
et lux perpetua luceat eis.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Ele sofreu por nós!

      
      Na cruz, Ele olhava para baixo e via uma multidão de pessoas olhando para a sua nudez, nesse momento os anjos voavam ao seu redor, adorando-o e com as sua asas eles tentavam cobrir a sua nudez , mas por serem seres celestiais não conseguiam, eles choravam junto com os apóstolos, sua mãe e aqueles que o amavam. Mas em um momento Ele disse: Pai perdoai-os pois não sabem o que fazem. Na mesma hora os seu olhos se encheram de lágrimas de amor e compaixão para conosco. Seu coração cansado já de bater, seu corpo debilitado por falta de água e as feridas sofridas pelo flagelo não o deixaram vencer, e mesmo assim Ele amou mais ainda.

        O seu olhar era amor , amor sem medidas pela sua vida .

        Ele tomou sobre si naquele momento todas às nossas enfermidades e nossos pecados, não reclamou de nada, só amou.




Jesus,
Quero beijar teus pés,
Quero Lavar teus pés, com minhas lágrimas .
Quero untar teus pés, e o perfume é minha vida
Ao meu Amado Jesus Cristo.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Nem Serra nem Dilma – D. Luís de Orleans e Bragança é a solução para o País!

Há quase 121 anos, o país sofria o mais doloroso golpe de estado de sua história: A república!

Naquele mês de novembro iniciava-se a trajetória para toda a lama fétida que começaria a pairar no comando deste país. Um golpe que faria o país estagnar por um longo tempo.

De fato, todos querem o fim da corrupção, da palhaçada que enraizou-se na política brasileira e tornou-se parte da cultura. O famoso jeitinho brasileiro passou a governar o país. Mas, não basta combater toda corrupção, todo sânie que escorre por entre as feridas do país. É necessário vermos a raiz do problema, a raiz republicana!

Com a “grande” república veio 13 ordenamentos constitucionais, 4 assembléias constituintes, 10 republicas, na “liberdade democrática” o congresso foi fechado 6 vezes, incluindo pelo primeiro golpista, Marechal Deodoro da Fonseca.

Nasceram ditaduras e nasceram terroristas!

Eis um país deitado “eternamente” em um berço já não tão esplendido, pelo contrário, um berço de podridão, sustentado pelo submundo da política que destruiu a sociedade e os valores brasileiros.

O povo pediu pelo voto livre, mas a grande maioria nunca foi livre para votar! O voto de cabresto acabou na teoria, mas na prática foi substituído por um cabresto mental. Eis o país das massas de manobras, dos manipuláveis, dos votos cômicos para não dizer catastróficos.

Um povo republicano e democrático, que não conhece sua história, que nada sabe sobre esse regime, que aceitam em nome da democracia a supressão de direitos básicos como a liberdade de expressão. Homens e mulheres que pegaram em armas contra a ditadura das elites em prol da ditadura do proletariado, mentirosos que nunca amaram a liberdade, mas apenas seus interesses, e seus heróis de vermelho e foice e martelo na mão.

Pergunte a qualquer republicano nas ruas se estes sabem quem foi Nereu Ramos, Washington Luís, Nilo Peçanha, Affonso Pena...?

Eles não saberão o nome de seus presidentes!

Este ano chegaremos ao 50° presidente eleito da história (não diferenciando as reeleições na contagem), se tivéssemos sob a monarquia teríamos em todo esse tempo apenas 3 sucessores de D. Pedro II, teríamos um país estabilizado politicamente, governado por homens que desde pequeno são ensinados e estudam para governar, sem espaço para aventureiros e despreparados.


Eis alguns dados do período Monárquico em comparação com a república disponíveis no site da Casa Imperial:

Nos tempos do Império do Brasil

Sob Dom Pedro II, o Brasil tinha uma moeda estável e forte, possuía a Segunda Marinha de Guerra do Mundo, teve os primeiros Correios e Telégrafos da América, foi uma das primeiras Nações a instalar linhas telefônicas e o segundo país do globo a ter selo postal:

• O Parlamento do Império ombreava com o da Inglaterra, a diplomacia brasileira era uma das primeiras do mundo, tendo o Imperador sido árbitro em questões da França, Alemanha e Itália e segunda autoridade moral depois do Papa.

• Em 67 anos de Império tivemos uma inflação média anual de apenas 1,58%, contra 10% nos primeiros 45 dias da República, 41% em 1890 e 50% em 1891;

• A unidade monetária do Império, o mil réis, correspondia a 0.9 (nove décimos) de grama de ouro, equivalente ao dólar e à libra esterlina;

• Embora o Orçamento Geral do Império tivesse crescido dez vezes entre 1841 e 1889, a dotação da Casa Imperial se manteve a mesma, isto é 800 contos de réis anuais? E que D, Pedro II destinou ¼ de seu orçamento pessoal em benefício das despesas da guerra do Paraguai;

• 800 contos d réis significava 67 contos de réis mensais e que os republicanos ao tomarem o poder estabeleceram para o presidente provisório um ordenado de 120 contos de réis por mês;

• Uma das alegações dos republicanos para a derrubada da Monarquia era o que eles chamavam de custo excessivo da Família Imperial? A verdade é que esta recebia a metade do ordenado do 1º presidente republicano;

• Dom Pedro II se recusou a aceitar a quantia de 5 mil contos de réis, oferecida pelos golpistas republicanos, quando do exílio, mostrando que o dinheiro não lhes pertencia, mas sim ao povo brasileiro (5 mil contos de réis era o equivalente a 4 toneladas e meia de ouro? Quantia que o Imperador recusou deixando ao País um último benefício: o grande exemplo de seu desprendimento. Infelizmente esse exemplo não frutificou na República, como seria necessário);

• No Império o salário de um trabalhador sem nenhuma qualificação era de 25 mil réis? O que hoje equivale a 5 salários mínimos;

• O Brasil era um exemplo de democracia. Votava no Brasil cerca de 13% da população. Na Inglaterra este percentual era de 7%; na Itália, 2%; em Portugal não ultrapassava os 9%. O percentual mais alto, 18%, foi alcançado pelos Estados Unidos. Na primeira eleição após o golpe militar que implantou a república em nossa terra, apenas 2,2% da população votou. Esta situação pouco mudou até 1930, quando o percentual não ultrapassava a insignificante casa dos 5,6%.

• No plebiscito de 1993 a monarquia recebeu, aproximadamente, sete milhões de votos (13% dos votos válidos} e, nesta época uma pesquisa do DATA FOLHA mostrava que 21% da população era monarquista ou simpatizante..

E isso são apenas alguns detalhes, podemos ainda ressaltar que na economia, tínhamos uma moeda forte que era o mil reis, desde 1942 tivemos 8 moedas, a inflação média no império, era 1,58% ao ano, desde o fim do império a inflação chegou a 64,9 quatrilhões de %, tivemos 40 presidentes, se estivesse sido mantida a Monarquia os sucessores de Dom Pedro II, teriam sido apenas 3, gerando grande estabilidade tanto política quanto econômica.

Em uma monarquia o Monarca é o símbolo vivo da Nação onde não há espaço para aventureiros, para o "recebendo que se dá", para negociatas, corrupção, nepotismo e onde a ordem prevalece, um monarca é educado desde criança para reinar, e nunca somos pegos de surpresas, por novos governantes.

O nosso Imperador D. Pedro II, sempre se destacou pela diplomacia sendo arbitro em vários países, a nossa marinha era a 2º marinha de guerra do mundo, o Brasil era tido como um país de 1º mundo junto com a Inglaterra, Estados Unidos, França e Alemanha. Mas sob a república vimos o país abraçar os regimes mais absurdos que pairaram e pairam nesse planeta.

Por esses e vários motivos que digo, que mudamos sim, da Monarquia para a Anarquia.

Mas, o país vive uma ameaça como a tempos não sofria. E a situação é tão perigosa que nós monarquistas estamos sendo obrigados a votar, a compactuar com esse nefasto regime republicano, somos obrigados a escolher o mal menor.

E diante dos dois candidatos o mal menor é o candidato José Serra, mas ele não é a solução.

Escolhemos Serra, primeiro porque nunca apoiaríamos o comunismo que representa toda a nojeira que repudiamos e combatemos, porque ao lado da Dilma estão inimigos da decência da sociedade, como os terroristas do MST, os abortistas, a teologia da libertação, os ativistas homossexuais e todo a escória da qual repudiamos e lutamos contra.

Além de a sra Dilma ser uma candidata fabricada, a sombra do “emérito” Lula, alguém que recorreu ao terrorismo para trazer a ditadura comunista ao país não merece confiança, é abortista (apesar de agora negar) e representa a vitória do maior perigo que enfrentamos na atualidade, o chamado PNDH-3.

A solução para o Brasil é a volta do país ao seio monárquico, a solução é a família Orleáns e Bragança, especialmente D. Luís e D. Bertrand.

E é por isso que lutamos!


Jefferson Nóbrega
Pax et bonvs!

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Rir pra não Chorar! 2 A missão



Rir pra não Chorar!

A MELHOR DA SEMANA kkkkkkkk



ENCONTRO CELESTIAL

Estava Bin Laden falando com Deus, e lhe pergunta:
“Como estará o Afeganistão dentro de 10 anos?”
Deus responde: “Estará todo destruído pelas bombas enviadas pelos Estados Unidos.”
Laden se sentou, e chorou.

Estava Barak Obama falando com Deus e lhe pergunta:
“Como estará a América dentro de 10 anos?”
Deus lhe responde: “Estará totalmente contaminada pelas bombas químicas despejadas pelo Irã.”
Barak se sentou, e chorou.

Estava Dilma Rousseff falando com Deus, e lhe pergunta:
“Deus, como estará o Brasil dentro de 10 anos se eu for eleita Presidente?”
Deus se sentou, e chorou!

É sério! Cristão não vota em abortista!

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Bento XVI pede aos jovens que sejam os 'santos do século XXI"



LONDRES (AFP) - O Papa Bento XVI pediu nesta sexta-feira aos alunos das escolas católicas britânicas que sejam "os futuros santos do século XXI", em um ato que reuniu cerca de 5.000 jovens e professores no estádio da Universidade de St. Marys de Twickenham (sudoeste de Londres).

"Espero que, entre quem ouvir hoje, esteja algum dos futuros santos do século XXI", declarou o Papa. "O que Deus deseja mais de cada um de vocês é que sejam santos".

"Quando os convido a ser santos, peço que não se conformem em ser a segunda fila. Peço que não persigam uma meta limitada", acrescentou ante a audiência.

"Ter dinheiro não é suficiente para torná-los felizes. Estar altamente qualificado em determinada atividade ou posse é bom, mas isso não os encherá de satisfação, a menos que aspiremos algo ainda maior. Chegar à fama não nos faz felizes", recordou.

"A verdadeira felicidade se encontra em Deus", enfatizou em seu primeiro ato público desta sexta, segundo dia de sua histórica visita ao Reino Unido.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Comunidade em Festa - Fotos da I Feira de Pastoral

        Aqui vão algumas das fotos da I Feira de Pastoral que aconteceu na nossa Paróquia e que foi um sucesso. Deus abençoe a todos os movimentos, pastorais e grupos e seus membros que se empenharam para este momento de crescimento espiritual e eclesial. 




sábado, 4 de setembro de 2010

I Feira de Pastoral Paroquial

           
             Acontecerá neste final de semana dias 04 e 05 de setembro a I Feira de pastorais de nossa Paróquia, onde os diversos grupos, movimentos e pastorais apresentarão à comunidade os seus trabalhos e ações desenvolvidas para o crescimento espiritual e anuncio do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo em nossas terras de Amaraji.
                                                         Participe, visite, conheça e compartilhe conosco deste momento!

Horários:
Dia 04 - Sábado: Santa missa de abertura das apresentações e depois louvor, na frente da Matriz
Dia 05 - Domingo: durante todo o dia apresentação das pastorais, encerrando as 19h com a Santa Missa.